Perfil

Quem fomos e quem somos.

Fundada em 1990, a organização não governamental ECOS – Comunicação em Sexualidade foi formada por um grupo de jovens ativistas que lutaram contra a ditadura em prol da Democracia, dos Direitos Humanos e da Saúde Coletiva.

Essa união de profissionais de diferentes áreas, sendo a maioria oriundos dos movimentos feministas, LGBT e de saúde pública, teve como iniciativa defender a liberdade e os direitos fundamentais de todos os seres humanos, especialmente das populações mais vulneráveis, incluindo as mulheres e os jovens. Inicialmente, a ONG tinha o intuito de informar sobre os direitos sexuais e reprodutivos para diversos nichos da sociedade, questões tratadas com muita cautela e pouco discutidas nos anos noventa.

Com o passar do tempo, esses assuntos foram ganhando uma maior amplitude e, hoje, a ECOS atua e lida com os mais variados temas, com destaque em gênero, identidade de gênero e diversidade sexual, juventude, direitos sexuais e reprodutivos, raça/etnia e prevenção das IST/HIV/Aids e fortalecimento institucional.

Com essas abordagens, a ECOS auxilia os indivíduos a realizarem o exercício pleno da sua cidadania, para que, dessa forma, obtenham informações e ampliem suas oportunidades, com ganhos em qualidade de vida e efeito de combate ao preconceito e à discriminação.

Atuando em parceria com organizações governamentais e não governamentais, movimentos sociais, universidades e organismos internacionais. A estrutura de gestão inclui também uma equipe multiprofissional, com profissionais dotados de trajetórias sólidas em áreas como Comunicação, Sociologia, Psicologia, Direito e Gestão Social.

Ao longo dos projetos, a ECOS vem estabelecendo parcerias com instituições nacionais e internacionais, como Fundação MacArthur, Fundação Ford, Novib, AVSC Internacional, Fundação Elton John, Fundação Levi Strauss, Programa das Nações Unidas para o Controle Internacional das Drogas, IPAS, Advocates for Youth, IWHC, ABONG, Fórum de ONG/AIDS São Paulo, The PopulationCouncil, Pathfinder/USAID, Ministério da Saúde, UNICEF, UNFPA, UNESCO, Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, Secretarias de Estado da Saúde e Coordenações Estaduais e Municipais de DST/Aids no Estado de São Paulo.

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    Hoje, dia 15 de Julho se comemora o “Dia do Homem”. Esse dia nos faz pensar se deveríamos e, como deveríamos comemorar o tal “Dia do Homem”. Mas afinal de que homens estamos falando? São tantas as masculinidades quanto diversas as opressões de gênero. Que o “Dia do Homem” sirva como lembrança pro necessário enfrentamento dos modelos hegemônicos de gênero, do racismo, da hetoronormatividade, do binarismo de gênero e demais mecanismos que se traduzem em injustiças sociais, violência e opressão. Que essa data nos recorde que há muito o que fazer se queremos ultrapassar as barreiras de acesso à saúde integral e equânime para homens jovens e adultos. ... Ver maisVer menos

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    5 dias atrás

    ECOS - Comunicação em Sexualidade

    Ainda celebrando a escolha de Denise Carreira, que faz parte da nossa coordenação executiva, entre as brasileiras que integram a Rede Gulmakai do Fundo Malala, deixamos a nossa dica para que você possa aproveitar o #MalalaDay por muitos e muitos dias:

    ✊ Demonstre apoio ao direito humano à educação em suas redes sociais.
    ✊ Conheça trabalhos de organizações do campo de defesa de direitos que atuam no combate às desigualdades de gênero e raça na educação.
    ✊ Valorize iniciativas locais e ações de meninas e mulheres em favor da educação na sua região.

    Essas são ideias de primeiros passos, muito podemos fazer juntas por uma educação de qualidade! #AçãoEmRede

    + sobre #MalalaDay : data em que celebramos o aniversário de Malala Yousafzai e reconhecemos seus esforços em defesa dos direitos humanos e da educação de meninas e mulheres.
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