Mostra “Ruas Incarnadas”: LADO M

A proposta concentra-se nas linhas de fuga do adequado, domesticado,normatizado. Na percepção do corpo, de nossos monstros particulares, de nossas singularidades inegociáveis. Fortalecer o subjetivo para chegarmos ao coletivo. Os modos de subjetivação em oposição aos “modos de sujeição” que supõem obediência e submissão aos códigos normativos da sociedade de controle que vivemos. A transformação social não só como um projeto político mas como um estilo de vida. Fazer de seu próprio corpo uma utopia, fazer de sua própria voz uma transgressão, fazer de suas próprias escolhas uma revolução.

Os Monstros surgirão de um cubo de plástico, apertado e incômodo. Serão expelidos. Buscam uma morada, uma vila, um projeto cenográfico. Trabalham em mutirão. Constroem, realizam seus rituais, brincam e convidam o público a tornarem-se monstros também. Eles ocuparão o espaço externo e de lá sairão em manifestação, numa espécie de cortejo, convidando o público para participar.

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