Futuro e Perspectivas

Ter sido convidada à diretoria da ECOS é um dos trabalhos mais desafiadores da minha jornada profissional. O desejo é o de realizar uma administração participativa, com um processo de escuta apurado, ampliando parcerias com todos os segmentos da sociedade.

A trajetória da instituição e de sua equipe, permite pensar na importância de que a ECOS promova experiência capazes de influenciar o campo da gestão, monitoramento e implementação de políticas públicas no campo da saúde e dos direitos humanos a partir da perspectiva da interseccionalidade de raça, gênero, diversidades e condição socioeconômica como questões fundamentais, tanto para potencializar eixos de opressão e desigualdades, quanto para gerar processos de desconstrução dessas desigualdades, abrindo a possibilidade de transformação das instituições na promoção de igualdade social, racial, de gênero e identidade de gênero.

Temas relacionados às políticas públicas, advocacy, desenvolvimento social, relações de gênero, masculinidades, racismo, sustentabilidade e justiça social fazem parte do dia-dia desse trabalho.

Nesta nova etapa da ECOS estamos procurando manter as bases de trabalho aos quais a ECOS é conhecida, além de introduzir novos mecanismos para o fortalecimento institucional de outras organizações de base comunitária, cujos temas, estejam em acordo com as linhas de atuação e perspectivas da nossa proposta.

Faremos isso através da adaptação de ferramentas de gestão social e assessoria jurídica na expectativa da melhoria do serviço para o cidadão, no aumento da eficiência e impacto comunitário.

Assim convido todos vocês, leitores, a serem parceiros dessa tarefa que se pretende cada vez mais participativa, cooperativa, inovadora e próxima as reais necessidades de grupos sociais desfavorecidos de modo a contribuir de forma mais efetiva as necessidades presentes no atual estágio de desenvolvimento do país.

Juny Kraiczyk
Coordenadora Geral da ECOS – Comunicação em Sexualidade

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    Hoje, dia 15 de Julho se comemora o “Dia do Homem”. Esse dia nos faz pensar se deveríamos e, como deveríamos comemorar o tal “Dia do Homem”. Mas afinal de que homens estamos falando? São tantas as masculinidades quanto diversas as opressões de gênero. Que o “Dia do Homem” sirva como lembrança pro necessário enfrentamento dos modelos hegemônicos de gênero, do racismo, da hetoronormatividade, do binarismo de gênero e demais mecanismos que se traduzem em injustiças sociais, violência e opressão. Que essa data nos recorde que há muito o que fazer se queremos ultrapassar as barreiras de acesso à saúde integral e equânime para homens jovens e adultos. ... Ver maisVer menos

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    5 dias atrás

    ECOS - Comunicação em Sexualidade

    Ainda celebrando a escolha de Denise Carreira, que faz parte da nossa coordenação executiva, entre as brasileiras que integram a Rede Gulmakai do Fundo Malala, deixamos a nossa dica para que você possa aproveitar o #MalalaDay por muitos e muitos dias:

    ✊ Demonstre apoio ao direito humano à educação em suas redes sociais.
    ✊ Conheça trabalhos de organizações do campo de defesa de direitos que atuam no combate às desigualdades de gênero e raça na educação.
    ✊ Valorize iniciativas locais e ações de meninas e mulheres em favor da educação na sua região.

    Essas são ideias de primeiros passos, muito podemos fazer juntas por uma educação de qualidade! #AçãoEmRede

    + sobre #MalalaDay : data em que celebramos o aniversário de Malala Yousafzai e reconhecemos seus esforços em defesa dos direitos humanos e da educação de meninas e mulheres.
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